Barro, madeira, metal – matérias primas primeiras, de tão direto acesso – o chão fornece e o homem forja forma, imprime imaginário, inventa expressão. São vivas, dispostas ao encontro, quando ensinam modos e deixam-se moldar.

Assim como na natureza, onde nem o mínimo grão é igual a outro, nenhuma obra replica por completo traços e formas. No domínio da técnica, as mãos expressam o que linguagem outra não seria capaz. São mundos imaginados encenados por milhares de obras expostas no Centro de Cultura Popular Mestre Noza, são gravuras, pinturas e esculturas dos mais variados tamanhos e estilos.

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